Paula Belmonte critica secretarias do GDF como “cabide de emprego”

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Paula Belmonte em sabatina sobre o GDF (Foto: Instagram)

A candidata ao Governo do Distrito Federal, Paula Belmonte (PSDB), criticou o número de secretarias do GDF durante uma sabatina. Atualmente, o governo possui 32 secretarias, o que, segundo ela, é um "cabide de emprego". Paula Belmonte afirmou que, se eleita, pretende reduzir esse número e aceitar apenas indicações técnicas para as pastas.

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"Se você perguntar à governadora quais são as secretarias e os secretários, ela não saberá responder. Tenho certeza disso. São mais de 30 secretarias, pergunte os nomes dos secretários e das secretarias, isso é tudo cabide de emprego. Vamos sim reduzir as secretarias e convocar pessoas com tecnicidade", declarou durante a entrevista.

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A candidata não especificou quais pastas pretende extinguir, mas destacou que manterá e fortalecerá "as secretarias essenciais como Educação e Saúde".

"As minhas secretarias serão essenciais e cada uma terá uma indicação técnica, sem indicação política. Porque agora são mais de 30 secretarias para cabide eleitoral", enfatizou.

Sobre o Centrad, Centro Administrativo do GDF, Paula Belmonte afirmou que pretende utilizar o espaço, pois “Brasília acontece nas cidades”.

"A ida para o Centrad, além de economia, é a valorização das nossas cidades. Mostrando que o Plano Piloto é sim essencial, mas ele é o centro do poder Federal. A vida acontece nas cidades. A vida acontece aqui no plano piloto com as pessoas andando aqui na capital que está superlotada com ônibus e engarrafamento. Então vamos valorizar o Centrad, e economizar", afirmou.

Ao longo da sabatina, a candidata também apresentou propostas relacionadas à educação e mobilidade urbana, defendendo a expansão do Metrô.

Paula Belmonte também criticou a gestão atual, especialmente em relação à saúde pública, e defendeu o fortalecimento do SUS. A candidata declarou que pretende realizar uma inspeção no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGES-DF), mas não pretende extinguir o instituto.

“Hoje o Iges tem quase 800 cargos de livre nomeação, que não têm técnico, não têm currículo. Eu fui presidente da comissão de fiscalização e nós denunciamos isso. Hoje o Iges cuida do Hospital de Santa Maria, Hospital de Base, Hospital do Sol, e todas as UPAS. Vá hoje dentro de uma UPA, vá dentro de um hospital, as pessoas estão literalmente morrendo na porta do hospital. Nós vamos fortalecer o SUS, é o SUS que tem médico, que tem enfermeiro. Não vou acabar com o Iges, não tem como isso. Eu vou fortalecer o SUS”, afirmou.

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