
Policial civil Rafael Schult deixa prisão após relaxamento de prisão temporária (Foto: Instagram)
O policial civil Rafael Juergen Schult foi libertado na madrugada de terça-feira (29/9), após a Justiça não renovar sua prisão temporária. Schult, que é investigado pela Corregedoria Geral da Polícia Civil, foi identificado como líder de um grupo armado que sequestra e extorque comerciantes e criminosos, utilizando pelo menos duas viaturas falsas da Polícia Civil.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
A renovação da prisão temporária de cinco dias, solicitada pela polícia, não foi realizada a tempo pela Justiça paulista, que posteriormente decretou a prisão preventiva do policial civil. No entanto, Schult já estava fora do presídio da Polícia Civil, saindo pela porta da frente.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
Apesar de haver um novo mandado de prisão em aberto, Rafael Schult não poderá ser preso devido à legislação eleitoral. O Código Eleitoral proíbe a prisão de eleitores cinco dias antes e 48 horas após as eleições, exceto em casos de flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou desobediência à ordem judicial. Com o primeiro turno das eleições no domingo (4/10), Schult está protegido pela lei até 6 de outubro.
Como revelado pela coluna, Schult, lotado no 78º Distrito Policial (Jardins), teve sua prisão temporária solicitada no âmbito de uma investigação da Corregedoria da Polícia Civil. Imagens divulgadas mostram Schult e outros dois homens armados abordando um suposto traficante de drogas.
A abordagem termina com tiros de fuzil, e o suposto traficante é agredido, rendido, algemado e colocado em uma Chevrolet Trailblazer, semelhante aos veículos usados pela Polícia Civil paulista. Antes de levarem o homem, os suspeitos pegam uma sacola que, segundo depoimento da vítima, continha um pedaço de rapadura, supostamente vendido como maconha.
A vítima acreditava que estava negociando com um "playboy" pela internet, enquanto Schult, segundo a investigação, pensava estar extorquindo um traficante. Além de Schult, o policial civil Milton Massaru Nakayama, conhecido como Japa, também foi preso em 22 de agosto, suspeito de integrar o grupo.
A defesa de Rafael Schult não se manifestou, e os advogados de Milton não foram localizados. O espaço continua aberto para manifestações.







Leave a Reply