
Donald Trump e Vladimir Putin se cumprimentam em encontro oficial (Foto: Instagram)
Os Estados Unidos recomendaram, nesta terça-feira (6/10), que cidadãos americanos presentes na Rússia deixem o país "imediatamente" devido a relatos de um possível caso de peste pneumônica na região de Irkutsk, na Sibéria. Apesar disso, as autoridades russas ainda não confirmaram a doença.
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O alerta foi emitido pela Embaixada dos EUA na Rússia, que está monitorando a situação de perto. De acordo com a embaixada, medidas de quarentena foram adotadas na região após o falecimento de uma funcionária de um centro de pesquisa sobre a peste.
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As autoridades russas afirmaram que os exames realizados na mulher não indicaram a presença da doença e garantiram que a situação está "sob controle".
No comunicado, a embaixada americana classificou o evento como um caso suspeito e não confirmou que a morte foi causada pela peste pneumônica.
O governo dos EUA também informou que a capacidade de prestar assistência a seus cidadãos na Rússia é limitada, especialmente fora de Moscou.
O alerta de viagem para a Rússia continua no nível máximo, "Nível 4: Não viaje". Além das preocupações sanitárias, o Departamento de Estado menciona o risco de detenções indevidas de americanos e outras questões de segurança.
A recomendação é para que os americanos que já estão na Rússia saiam do país imediatamente.
O QUE ACONTECEU NA SIBÉRIA?
- O alerta foi emitido após a morte de uma funcionária de um centro de pesquisa especializado em peste na região de Irkutsk.
- O caso gerou preocupação porque a peste pneumônica é uma forma grave da doença causada pela bactéria Yersinia pestis e pode ser transmitida por gotículas respiratórias em certas circunstâncias.
- Até agora, não há confirmação de que a pesquisadora tenha falecido devido à doença.
- Segundo as autoridades russas, exames realizados na mulher não apresentaram sinais de peste.
- O Kremlin também afirmou que as medidas adotadas na região fazem parte dos protocolos de segurança diante da suspeita.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, declarou nesta terça-feira que Washington está acompanhando o caso "muito de perto" e solicitou mais informações ao governo russo.
"Estamos acompanhando a situação muito de perto, hora a hora", afirmou.
Rubio destacou que cabe às autoridades russas fornecer mais informações à comunidade internacional sobre o caso. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também declarou que pretende conversar em breve com o presidente russo, Vladimir Putin. Segundo Trump, o diálogo deve ocorrer "muito em breve".







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