Renovação no Congresso: 168 Deputados e 21 Senadores Perdem Mandato

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Congresso Nacional ao entardecer após o primeiro turno (Foto: Instagram)

O resultado do primeiro turno das eleições, marcado por uma significativa renovação e avanço da direita no Legislativo, surpreendeu senadores e deputados federais que estavam na disputa por cargos eletivos. Segundo levantamento, 168 deputados e 21 senadores que concorriam não conseguiram se eleger e ficaram sem mandato.

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A maioria dos casos envolve deputados federais. Dos 513 em exercício, cerca de 26% tentaram uma vaga na Câmara dos Deputados, mas não obtiveram sucesso. Os demais buscaram o Senado Federal, governos estaduais e assembleias legislativas.

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No Senado, muitos dos candidatos derrotados buscavam a reeleição. Este foi o caso de Randolfe Rodrigues (PT), líder do governo Lula no Congresso Nacional, que terminou em terceiro lugar. As vagas foram conquistadas por Rayssa Furlan (Pode-AP) e Lucas Barreto (PSD-AP).

O mesmo ocorreu com Ciro Nogueira (PP-PI), que não conseguiu superar Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD). Envolvido em investigações do Banco Master e próximo ao banqueiro Daniel Vorcaro, o senador ficou sem mandato.

Outro caso emblemático é o de Renan Calheiros (MDB), que após 22 anos perdeu a eleição pelo estado de Alagoas.

Ex-ministros do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também não tiveram sucesso nas eleições. Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB), Gleisi Hoffmann (PT), Celso Sabino (PDT) e Paulo Pimenta (PT) estão entre os que não conseguiram se eleger.

O levantamento, baseado em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Câmara dos Deputados e Senado Federal, considera os deputados e senadores em exercício, incluindo suplentes em caso de ausência do titular.

Conforme informações divulgadas, o Partido Liberal (PL), de Jair Bolsonaro e do presidenciável Flávio Bolsonaro, garantiu 121 cadeiras na Câmara dos Deputados nas eleições. Em contrapartida, partidos do centrão perderam espaço.

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