
Governador reeleito Tarcísio de Freitas em evento oficial em São Paulo (Foto: Instagram)
Aliados do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mencionam que nomes como o deputado Ricardo Salles (Novo), o ex-governador Rodrigo Garcia (Republicanos) e o ex-deputado estadual Frederico d’Ávila estão sendo cogitados para compor o secretariado do governo paulista no próximo mandato.
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De acordo com a coluna, Salles, que ganhou prestígio com Tarcísio ao desistir da candidatura ao Senado e apoiar Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), é considerado para a Secretaria de Justiça. Frederico d’Ávila, próximo de Salles, poderia assumir a Secretaria de Agricultura.
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Ambos foram vistos no local onde Tarcísio e sua equipe acompanharam a apuração dos votos no último domingo (4/10) e foram convidados pela equipe do governador a se juntarem ao grupo mais próximo de Tarcísio.
“Só vamos falar de futuro depois do segundo turno”, declarou Salles à coluna. Frederico d’Ávila concordou: “Falta terminar a eleição nacional. Agora tem muita especulação”, afirmou.
O ex-governador Rodrigo Garcia, que foi derrotado por Tarcísio em 2022, se aproximou do grupo durante o mandato e se filiou ao Republicanos em março. Deputados da Alesp o mencionam como possível secretário do Desenvolvimento Econômico. Consultado, Garcia não respondeu.
No Palácio dos Bandeirantes, a mensagem é que Tarcísio está focado na campanha de segundo turno de Flávio Bolsonaro (PL) e que só discutirá mudanças no secretariado após as eleições. Auxiliares próximos afirmam que o governador deve manter o “perfil técnico” da equipe e evitar a distribuição de cargos por critérios políticos.
Uma das tendências, segundo aliados, é a redução do espaço do grupo de Gilberto Kassab (PSD) no governo. O atual secretário de Saúde, Eleuses Paiva (PSD), é um dos que pode sair. Outros ligados ao PSD, como Marcelo Branco (Habitação) e Renato Feder (Educação), ganharam a confiança de Tarcísio e podem permanecer.
Outro movimento considerado é a fusão das secretarias da Casa Civil e de Relações Institucionais, criando uma “supersecretaria” de articulação política. O cargo deve ficar com Roberto Carneiro, presidente estadual do Republicanos e um dos principais aliados de Tarcísio na campanha.







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