Everardo Ribeiro apoia Flávio Bolsonaro e mantém posição firme à direita

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Everardo Ribeiro ao lado de Paula Belmonte em evento do PSDB no Distrito Federal (Foto: Instagram)

O ex-candidato a vice-governador do Distrito Federal pela chapa de Paula Belmonte (PSDB), Everardo Ribeiro (PSDB), expressou sua posição sobre o segundo turno das eleições de 2026, após a dupla ficar em terceiro lugar. Em um vídeo, Ribeiro afirmou que o “apoio à direita é firme e inegociável”.

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O juiz aposentado declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência da República, mas não mencionou a disputa pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A chapa do PSDB obteve 140.765 votos no primeiro turno, correspondendo a 8,51% dos votos válidos.

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“O PSDB, partido pelo qual tive a honra de disputar o cargo de vice-governador ao lado de Paula Belmonte, decidiu pela neutralidade nas eleições em Brasília, garantindo liberdade de escolha a cada um. Respeito essa decisão e, no exercício dessa liberdade, quero deixar clara minha posição: continuo firme com a direita e com os valores que defendo”, declarou Ribeiro.

No anúncio desta quinta-feira (8/10), o ex-candidato afirmou acreditar “na liberdade, no respeito à família, na segurança de quem trabalha, no combate à corrupção e em um estado que sirva ao cidadão”. “Essas convicções não se encerram com uma campanha. Elas orientam minha vida e meu compromisso com o Brasil. Por isso, falo em meu próprio nome: meu apoio à direita é firme e inegociável”, acrescentou.

“E para a Presidência da República, minha escolha pessoal é Flávio Bolsonaro, que considero o representante mais legítimo desse projeto político. A liberdade de escolha exige coragem para assumir posição e eu assumo a minha com respeito a quem pensa diferente”, destacou o juiz aposentado.

Em uma carta divulgada na terça-feira (6/10), a Executiva Regional do PSDB no DF afirmou que rejeitou o apoio a Celina Leão (PP) e liberou os filiados. O documento não menciona o adversário de Celina, Leandro Grass (PT), mas Paula já havia declarado seu posicionamento em relação ao partido. No último sábado (3/4), véspera do 1º turno das eleições, a então candidata a governadora declarou que “não vota no PT”.

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