
Eduarda Campopiano ao votar em cabine da Justiça Eleitoral (Foto: Instagram)
A coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o candidato Flávio Bolsonaro (PL) e a deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP). Eles são acusados de divulgar fake news através de uma imagem manipulada por inteligência artificial.
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A imagem em questão simula uma mulher negra limpando pichações na estação Trianon-Masp do metrô, após uma manifestação pró-Lula no último domingo (14/10). Agências de checagem confirmaram que a imagem é um deepfake, criado a partir de fotos institucionais do metrô.
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A publicação ganhou grande repercussão nas redes sociais, especialmente após ser compartilhada por Eduarda Campopiano no X, alcançando mais de 1,7 milhão de visualizações. Os advogados de Lula argumentam que a imagem foi divulgada sem a devida sinalização sobre o uso de IA, conforme exigido pelas resoluções do TSE, configurando propaganda irregular e desinformação a poucos dias do segundo turno.
Além da deputada, a petição menciona que a montagem foi compartilhada por figuras como o presidenciável Pablo Marçal e o deputado estadual Coronel Azevedo (PL-RN), além de ter sido replicada pela conta oficial do PL Nacional. O documento também aponta a circulação do conteúdo em grupos de mensageria, como o canal "Tropa do Flávio" no WhatsApp.
Nos pedidos apresentados ao TSE, a coligação de Lula solicita uma liminar para a remoção imediata de todas as URLs que contenham o conteúdo falso e a proibição de novas replicações semelhantes. A ação também busca a condenação de Flávio Bolsonaro e dos demais envolvidos ao pagamento de multa eleitoral no valor máximo permitido por lei.







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