
Viatura da Polícia Militar com giroflex acionado em frente à sede da SSP-SP. (Foto: Instagram)
São Paulo — A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) realizou uma reunião nesta sexta-feira (16/10) em sua sede na capital paulista, para tratar dos recentes casos de civis mortos durante abordagens policiais.
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A reunião contou com a participação dos comandos das polícias Militar e Civil, incluindo o Delegado Geral de São Paulo, Artur José Dian, e o Secretário de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves. O objetivo foi discutir formas de reduzir o número de mortes em operações policiais.
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Conforme informações divulgadas, entre as novas estratégias em análise, está a ampliação de treinamentos policiais com métodos não letais e o aumento do uso de armas de choque. A Secretaria de Segurança Pública também mencionou a possibilidade de "ampliar o número de policiais capacitados" para usar esses equipamentos.
Durante uma breve entrevista após a reunião, Artur, Delegado Geral de São Paulo, destacou a importância do tema das abordagens policiais e mencionou que foi discutida a "compra de equipamentos": "As conversas devem prosseguir", afirmou.
Espera-se que novas reuniões ocorram nas próximas semanas e que as propostas discutidas sejam apresentadas ao governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A morte de uma mulher baleada por um policial militar na zona norte de São Paulo nesta quinta-feira (15/10) chama a atenção por ser semelhante a outros dois casos que ocorreram na capital paulista nos últimos doze dias. Em todos os casos, os policiais alegaram que as vítimas estavam em surto psicótico.
Além desse caso, Gustavo Munis de Santana foi morto no sábado (10/10) com 27 tiros após a polícia ser chamada para um suposto caso de suicídio em Moema, zona sul da cidade. Outro incidente foi o de Antonio Nunes Batista, de 40 anos, que também estaria em surto e morreu após ser baleado em 3 de outubro na Vila Dionísia, zona norte de São Paulo.







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