
Flávio Bolsonaro chama de “detalhezinho” debate sobre marcação de munições (Foto: Instagram)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que concorre à presidência da República, referiu-se como "detalhezinho" à discussão sobre a remoção da identificação de munições usadas pelas forças de segurança.
A declaração ocorreu nesta sexta-feira (16/10), durante uma sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
Ao ser questionado pela jornalista Renata Lo Prete sobre seu apoio a um projeto que eliminaria a exigência de marcação das munições, Flávio não detalhou como essa mudança ajudaria no combate ao crime organizado.
Em vez disso, ele defendeu o aumento das penas e o investimento em segurança pública.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
Renata questionou o candidato sobre os efeitos da proposta na investigação de crimes e na identificação de armas e munições desviadas para organizações criminosas.
O QUE DETERMINA O PROJETO
A discussão gira em torno do Projeto de Lei (PL) 3.723/2019, apresentado pelo governo do então presidente Jair Bolsonaro (PL).
A proposta modifica o Estatuto do Desarmamento e, em sua versão original, remove dispositivos que exigem a marcação de munições, inclusive aquelas destinadas às forças de segurança.
A identificação permite rastrear a origem dos cartuchos e verificar possíveis desvios de materiais adquiridos com recursos públicos.
Na sabatina, Flávio também defendeu a aprovação de medidas mais rigorosas contra membros de facções criminosas e elogiou as alterações feitas pelo Congresso na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, originalmente enviada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"É a PEC da segurança pública que nós no Congresso Nacional melhoramos", afirmou o candidato.
A proposta seria votada pelo Senado na quinta-feira (15/10), mas foi retirada da pauta pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), após um impasse entre governistas e oposição sobre a redução da maioridade penal.







Leave a Reply