
Latino e o filho Guilherme Namentti em momento de reaproximação (Foto: Instagram)
Após recentes desentendimentos familiares envolvendo Guilherme Namentti, filho do cantor Latino, o pai e a avó paterna se manifestaram publicamente.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
Com a repercussão do caso, o terapeuta Sandro Barros comentou, em entrevista à coluna Fábia Oliveira, sobre o acompanhamento que realizou com o jovem há cerca de um ano. Naquele período, Guilherme passou cerca de 30 dias no Spa da Sobriedade, onde participou de atividades focadas em apoio emocional, organização da rotina e reconstrução da autonomia.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
De acordo com Sandro, que também acompanhou o ator Sérgio Hondjakoff, participante de A Fazenda 18, Guilherme recebeu assistência de uma equipe multidisciplinar. Sua rotina incluía sessões terapêuticas, atividades físicas, orientações sobre o sono e participação em grupos de apoio, além de iniciativas para reinserção social e profissional.
O acompanhamento também envolveu a criação de um currículo, estímulo a atividades ligadas à música e comunicação, e suporte para compromissos externos. Guilherme realizava exames toxicológicos semanalmente. Sandro afirma que Latino apoiou o tratamento do filho e manteve contato durante essa fase.
Após cerca de um mês, Guilherme optou por encerrar o acompanhamento e se mudou para o Sul do país. Segundo Sandro, ele auxiliou na organização da viagem e informou ao cantor sua preocupação com a interrupção do tratamento.
Sandro ressalta que a saída foi antes do término das etapas planejadas, por decisão de Guilherme, o que limitou a continuidade do trabalho. Ele destaca a importância de concluir o tratamento e manter o acompanhamento para a recuperação.
O terapeuta explica que a decisão de deixar o Spa da Sobriedade foi do próprio paciente e que a interrupção precoce pode comprometer os resultados esperados. Como estudante de psicologia, Sandro Barros afirma que cabe ao paciente decidir se quer continuar ou não o processo terapêutico.
“O terapeuta oferece ferramentas, a família pode dar apoio e a equipe pode indicar caminhos. Mas o paciente precisa se comprometer com seu próprio tratamento”, diz.
O profissional destaca que o suporte terapêutico e familiar deve ser acompanhado do envolvimento do paciente, incluindo seu comprometimento emocional com o próprio cuidado. Segundo ele, sua função é oferecer acolhimento, orientação e ferramentas, mas não substituir a participação que cabe à pessoa acompanhada.
Sem avaliar as acusações e os episódios recentes envolvendo a família, Sandro esclarece que seu relato se restringe ao período em que acompanhou Guilherme, há cerca de um ano.
“Precisamos construir juntos as condições para que ele acredite em si mesmo e participe ativamente da própria mudança. Recuperação é cuidado, continuidade e compromisso com a vida”, afirma.
O terapeuta também compartilhou reflexões sobre o processo de recuperação e a importância da sobriedade. “A recuperação não te transforma em outra pessoa, te devolve quem você sempre foi.”
Em outra reflexão, ele define: “Sobriedade não é uma simples ausência de álcool ou droga, sobriedade é uma maneira de viver”.
Sandro também destaca que a sobriedade não deve ser encarada apenas como uma renúncia. “A sobriedade não é sobre abrir mão de algo. É sobre ter tudo de volta.”
Por fim, o profissional utiliza uma metáfora para falar sobre os limites do acompanhamento e a autonomia do paciente: “Eu levo o cavalo até o lago e ele bebe água se quiser”.







Leave a Reply