
Campanha na Avenida Paulista: Prefeitura de SP sob investigação do MPT por suposto assédio eleitoral (Foto: Instagram)
O Ministério Público do Trabalho (MPT) deu um prazo de 24 horas para que a Prefeitura de São Paulo esclareça uma denúncia de assédio eleitoral envolvendo a administração de Ricardo Nunes (MDB) e funcionários comissionados da cidade.
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Segundo a denúncia recebida, servidores das secretarias de Educação, Saúde e Habitação alegaram ter sido obrigados a participar de uma reunião política um dia antes do evento de campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que ocorreu na Avenida Paulista no último domingo (18/10).
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O MPT solicitou informações como a defesa da Prefeitura, a agenda do prefeito no dia do encontro e a lista de todos os servidores comissionados das secretarias convocadas para a reunião.
A reunião foi realizada no comitê político utilizado pela campanha de reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Aproximadamente 300 pessoas, incluindo dirigentes de autarquias e responsáveis por áreas das secretarias municipais de Educação, Saúde e Habitação, foram chamadas para o evento.
Além de solicitar a presença no evento de campanha, Nunes teria pedido que os servidores fizessem postagens nas redes sociais convidando outras pessoas para o ato e pedindo votos para Flávio.
Segundo informações divulgadas, todo o primeiro escalão da cidade também foi mobilizado para atuar na manifestação – com os secretários cuidando de trios elétricos e os subprefeitos organizando os quarteirões. Alguns deles pediram votos para o candidato do PL pela primeira vez nas redes sociais durante uma reunião com o prefeito, um dia antes.
Procurada para comentar, a Prefeitura de São Paulo não se manifestou até o momento da publicação da reportagem.







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