
Agente da Polícia Federal em ação da Operação Check-out em Pernambuco (Foto: Instagram)
A Polícia Federal (PF) iniciou, nesta quarta-feira (21/10), a Operação Check-out, que tem como objetivo investigar suspeitos de destruir provas e obstruir as investigações da Operação Check-in, iniciada em junho. Esta operação investiga um esquema de corrupção envolvendo servidores públicos, desvio de recursos e fraudes em contratos da Prefeitura do Recife (PE).
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Durante a operação de hoje, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva nas cidades de Recife e Ipojuca, em Pernambuco.
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Um dos investigados ainda não foi encontrado. De acordo com a PF, as buscas continuam para localizá-lo e executar a ordem judicial.
A Operação Check-in foi desencadeada pela PF em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) para investigar uma organização criminosa suspeita de corrupção, desvio de recursos públicos e fraudes em licitações e contratos com a Prefeitura do Recife.
Na primeira fase, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão no Recife, Cabo de Santo Agostinho e Jaboatão dos Guararapes. A investigação começou após a apreensão de canhotos de cheques que indicavam pagamentos indevidos a um agente público da Prefeitura do Recife por uma empresa contratada. O nome e cargo do servidor não foram divulgados.
Os contratos sob suspeita envolvem terceirização de mão de obra em 2020. Naquele ano, a empresa investigada recebeu R$ 25,8 milhões da prefeitura, dos quais cerca de R$ 17 milhões vieram de recursos federais.







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