
Estudo indica que o espinossauro passava a maior parte do tempo submerso. (Foto: Instagram)
O espinossauro está entre os dinossauros mais conhecidos da história. Embora especialistas geralmente associem seus hábitos a ambientes aquáticos, ainda havia divergências sobre a relação exata do animal pré-histórico com a água.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
Um novo estudo apresenta uma resposta para essa questão. Segundo os pesquisadores, o espinossauro passava boa parte da vida submerso, caçando e se alimentando. Os resultados foram publicados na revista Current Biology.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
“ Nossos resultados lançam nova luz sobre quanto tempo o espinossauro passava submerso. Recuperamos com segurança os hábitos altamente aquáticos do espinossauro, indicando que ele passava a maior parte do tempo submerso na água”, afirma o autor principal do estudo, Caleb Gordon, em comunicado.
Os pesquisadores chegaram a esses resultados após analisar vários espécimes fósseis e modernos mantidos em museus de diferentes partes do mundo. Entre os dados reunidos estavam fotografias e tomografias computadorizadas.
Depois, a equipe combinou técnicas paleontológicas e inteligência artificial para considerar as relações evolutivas dos animais. A abordagem permitiu obter conclusões mais concretas, já que os registros fósseis muitas vezes apresentam indícios incompletos ou contraditórios, dificultando a identificação de hábitos mais aquáticos ou terrestres.
“Reconstruir a vida de formas de vida extintas de maneira cientificamente rigorosa, em vez de apenas contar histórias, é uma tarefa precisa e delicada. Isso exige uma cuidadosa integração de dados de organismos modernos, cujo entendimento é necessariamente muito mais profundo, e o conhecimento da genealogia desses organismos vivos em relação às formas fósseis”, diz o autor sênior do estudo, Bhart-Anjan Bhullar.
Ainda há detalhes a descobrir sobre os hábitos de caça do espinossauro, mas os cientistas afirmam que os resultados do estudo reforçam que o animal passava mais tempo debaixo d’água do que em terra.
Tags: animais, ciência







Leave a Reply