Presidente do Novo afirma que eleição comprova que Brasil não é democracia

Publicado por

–


Eduardo Ribeiro, presidente nacional do Novo, criticou o resultado das eleições de 2026 e pediu que a Justiça analise ações que contestam a chapa de Lula e Geraldo Alckmin. (Foto: Instagram)

O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, declarou que o resultado das eleições presidenciais de 2026 comprova que o Brasil não é uma democracia. O dirigente acusou o PT de recorrer à máquina pública e ao Supremo Tribunal Federal (STF) para continuar no poder e cobrou uma resposta da Justiça às ações que pedem a cassação da chapa do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos

“ O resultado da eleição é a prova de que o Brasil não é uma democracia. Como se não bastasse fazer uma campanha cheia de mentiras, o PT usou como nunca a máquina pública e o STF pra se manter no poder. Temos três ações pedindo a cassação da chapa de Lula. Cabe agora à Justiça cumprir seu papel, se ainda existe Justiça nesse país”, declarou Ribeiro.

++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro

As críticas integram a reação de setores da direita à derrota do senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno, realizado no domingo (25/10). Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, o equivalente a 64,2 milhões de votos, enquanto Flávio teve 48,21%, com 59,8 milhões. A diferença ficou em aproximadamente 4,4 milhões de votos.

NOVO QUESTIONA BENEFÍCIOS CONCEDIDOS EM ANO ELEITORAL

O Novo afirma ter apresentado três ações contra a chapa de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Uma delas foi protocolada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 20 de outubro e solicita a cassação dos registros da chapa, além da inelegibilidade dos dois por oito anos.

Na ação, o partido acusa o governo de abuso de poder político e econômico em razão de medidas de apelo popular adotadas durante 2026. De acordo com o levantamento apresentado pela legenda, foram 35 iniciativas entre janeiro e 16 de outubro, sendo 12 delas durante a campanha eleitoral.

Entre as medidas contestadas está o reajuste do Bolsa Família. Na avaliação do Novo, a concentração de benefícios e anúncios no período eleitoral teria favorecido a candidatura à reeleição. Cabe, porém, à Justiça Eleitoral avaliar eventual irregularidade e analisar os argumentos e as provas apresentados.

Partido apoiou Flávio após candidatura de Zema

A fala de Ribeiro também expressa a posição do Novo no campo da direita. No primeiro turno, o partido lançou à Presidência o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema. Depois da derrota, Zema declarou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, decisão posteriormente oficializada pela direção nacional da legenda.

O partido também aumentou sua representação no Congresso. O Novo elegeu dez deputados federais e três senadores, resultado que ampliou sua presença parlamentar e sua capacidade de atuação na oposição.

Confira outras notas e reportagens da coluna.

Tags: Eleições 2026, Lula, Partido Novo

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *