
Janaína Paschoal contestou denúncias sobre a circulação de ônibus em São Paulo durante o segundo turno e afirmou que não recebeu queixas sobre falta de veículos. (Foto: Instagram)
A vereadora Janaína Paschoal (PP), autora do pedido que levou ao impeachment de Dilma Rousseff (PT) em 2016, contestou as alegações de partidos de oposição ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) sobre a falta de ônibus na cidade durante o segundo turno das eleições.
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As denúncias de que a prefeitura não colocou 100% da frota de ônibus em circulação, como determinava a Justiça Eleitoral, motivaram um pedido de impeachment contra o prefeito, apresentado por vereadores do PSol. A Câmara Municipal criou uma Comissão Especial para avaliar se a denúncia pode ser admitida.
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“Não faço parte da Comissão. Se o pedido avançar, terei de votar e, por isso, prefiro não antecipar minha posição. De todo modo, posso dizer que não recebi nenhuma queixa sobre falta de ônibus, e a pequena votação entre 17 e 19 horas mostra que esse ‘problema’ foi fabricado pela esquerda. Isso já ficou mais do que comprovado com a constatação de que, na Bahia, os ônibus demoraram a sair porque estavam adesivados por ordem do próprio PT”, afirmou Janaína.
Além da questão dos ônibus, os vereadores Amanda Paschoal (PSol), Celso Giannazi (PSol) e Sílvia Ferraro (PSol) também mencionam a denúncia de que o prefeito convocou servidores comissionados para atuar na campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
A primeira reunião da Comissão Especial do impeachment foi realizada na última quinta-feira (29/10), quando o vereador Rubinho Nunes (União) foi escolhido para presidir o colegiado. O relator será o vereador Major Palumbo (PP).
A próxima reunião da Comissão Especial está marcada para terça-feira (31/10), quando Palumbo apresentará o relatório. Como é governista, a tendência é que o vereador vote contra a admissibilidade do pedido, posição que deve ser aprovada pelo colegiado.
Se a denúncia não for admitida, será arquivada automaticamente. Caso a admissibilidade seja aprovada, ainda será necessária uma votação em plenário para que o processo avance. São necessários 33 votos para a aprovação em plenário.
Tags: Câmara Municipal de São Paulo, Janaina Paschoal, Prefeitura de São Paulo, ricardo nunes







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