
Sexo por compaixão: quando o afeto supera o desejo (Foto: Instagram)
Um estudo publicado no Journal of Sex and Marital Therapy revelou que muitas mulheres, mesmo sem desejo sexual, praticam o que foi chamado de “sexo por compaixão”. A pesquisa apontou que essas mulheres mantêm relações sexuais de uma a três vezes por mês para preservar o relacionamento, entre outros motivos.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
Os pesquisadores identificaram que mulheres com transtorno do desejo sexual hipoativo continuavam ativas sexualmente, mesmo sem vontade, antes de iniciar tratamentos. Essa prática pode impactar negativamente a autoestima e exigir acompanhamento terapêutico.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
A pesquisa analisou dados de testes de medicamentos como testosterona, bremelanotida e flibanserina ao longo de uma década. Durante esses ensaios, mulheres com a condição mantinham relações sexuais cerca de duas a três vezes por mês antes de iniciar o tratamento.
Os estudiosos Nikita Guptan e James A. Simon, de Washington, EUA, batizaram esse comportamento de “sexo por compaixão”. Eles observaram que algumas mulheres se engajam sexualmente para incentivar a monogamia e evitar que seus parceiros busquem outros relacionamentos.
O termo já havia sido discutido em 2024, quando o Journal of Sex Research destacou que muitas pessoas consentem em relações sexuais não desejadas em algum momento de suas vidas, até mesmo em relacionamentos atuais.
Para os especialistas, esse hábito pode criar lacunas nos relacionamentos e afetar a saúde mental, além de prejudicar a autoestima feminina. O diálogo é apontado como a principal solução para lidar com essa questão, que pode exigir acompanhamento médico e terapêutico.







Leave a Reply