Padrasto é condenado a 44 anos por torturar e matar enteado autista em Florianópolis

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Sede do Ministério Público de Santa Catarina em Florianópolis (Foto: Instagram)

O padrasto do menino Moisés Falk, de 4 anos, foi sentenciado a 44 anos de prisão em regime fechado por homicídio e tortura. O crime ocorreu na residência onde a criança vivia com a mãe e o acusado, em Florianópolis (SC).

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Moisés faleceu em 17 de agosto de 2025. De acordo com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), ele sofreu múltiplas agressões que resultaram em sua morte.

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A criança foi levada ao hospital, mas já chegou sem vida.

O homicídio foi descrito como cometido por "motivo torpe", pois o padrasto teria decidido matar a criança devido ao incômodo com seus gritos e comportamentos, além de acreditar que Moisés prejudicava a relação do casal, informou o MPSC.

O menino tinha transtorno do espectro autista (TEA), o que afetava seu desenvolvimento social e comunicação verbal, aumentando sua vulnerabilidade.

A mãe de Moisés também foi acusada pelo Ministério Público, mas a Justiça rejeitou a denúncia. O recurso da defesa ainda aguarda julgamento.

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