
Augusto Lima em audiência no STF (Foto: Instagram)
Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no banco Master, declarou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a medida que beneficiou o banco foi uma iniciativa da gestão de Jair Bolsonaro, e não uma emenda do senador Jaques Wagner, ex-líder do governo Lula no Senado.
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A declaração de Lima foi feita em uma petição apresentada em junho, onde ele contesta medidas restritivas impostas ao banqueiro pelo ministro do STF, André Mendonça.
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Na petição, Lima refuta a avaliação da Polícia Federal de que uma emenda de Jaques a uma medida provisória teria beneficiado o banco Master. Segundo ele, houve uma confusão entre a emenda do senador e o conteúdo original da MP, editada por Bolsonaro em 2022.
Lima argumenta que a emenda de Jaques tinha como objetivo proteger os tomadores de crédito, limitando os juros das operações de crédito consignado, e não favorecer as instituições financeiras. Isso, segundo ele, desmonta a tese da PF de que teria havido pagamento de vantagem indevida ao senador.
Nas investigações, a PF também levanta suspeitas sobre uma emenda do senador Ciro Nogueira à PEC que aumentaria o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos. A suspeita é de que Jaques Wagner teria trabalhado pela aprovação dessa emenda a pedido de Augusto Lima.
A defesa de Lima nega essa acusação, alegando que a única ação de Jaques foi um pedido de vista sobre a emenda, sem ter votado a matéria.







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