
Fernando Haddad discursa em ato pró-Lula no centro de São Paulo (Foto: Instagram)
O ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), declarou nesta terça-feira (22/9) que a extrema-direita é uma "patologia política" e que a campanha presidencial de 2026 não será fácil. Haddad participou de uma mobilização pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no centro de São Paulo, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e da candidata ao Senado Marina Silva (Rede).
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Segundo Haddad, "não imaginávamos que teríamos que enfrentar a extrema-direita. A extrema-direita é uma patologia política. Não é algo normal e que vai se consumir, pois é destrutiva", afirmou. "Achamos que, com a derrota deles [em 2022], 2026 seria mais fácil. Pessoal, não está mais fácil. Estamos aqui para reunir nossas forças novamente, nosso amor por este país, o espírito de luta dessa gente trabalhadora, para derrotar Bolsonaro mais uma vez em 2026", declarou Haddad.
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Durante seu discurso, o candidato ao governo de São Paulo pelo PT comentou que tudo que se sabe sobre Flavio Bolsonaro não é positivo. "Há notícias de que ele se envolveu com milícia, com [Daniel] Vorcaro e com o Banco Master. Ele liberou emenda para miliciano. O que se sabe sobre Flávio Bolsonaro? E ele é um rapaz muito novo para ter um currículo tão comprometedor".
Sobre a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, Haddad afirmou que busca 51% dos votos e deseja dar uma chance ao campo progressista de trazer políticas públicas do governo federal para o estado.
Durante a tarde, Haddad cumpriu agenda de campanha em São Bernardo do Campo, no Grande ABC, região metropolitana de São Paulo. Como parte de seu programa de governo, o ex-ministro da Fazenda defende a transformação do programa Desenvolve SP para oferecer linhas de crédito voltadas à reindustrialização do estado.
Haddad destacou que o que desindustrializou São Paulo foi a guerra fiscal e que o maior legado do governo federal para São Paulo foi a reforma tributária. Ele também prometeu que, caso eleito, o governo de São Paulo oferecerá apoio técnico com as universidades públicas paulistas, como a USP, UNESP e Unicamp, além da FAPESP, na produção de ciência e tecnologia voltadas para a reindustrialização.







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