
Mulher simula gravidez e engana suposto pai por anos (Foto: Instagram)
No Reino Unido, uma mulher foi alvo de um processo judicial após simular o nascimento de dois filhos, recebendo 30 mil libras esterlinas (aproximadamente R$ 200 mil) do suposto pai. Conforme o juiz do Tribunal Superior, a mulher teria obtido o dinheiro por meio de uma "campanha elaborada de engano". O magistrado mencionou que a ação poderia ser uma vingança por abusos sofridos ou ter motivação financeira.
++ Sistema de IA mostra como pessoas estão criando conteúdo diário sem gravar vídeos
John, nome fictício usado nos registros do caso, acreditava que havia acompanhado a gravidez do primeiro filho. De acordo com uma juíza, estando ele preso, não presenciou o nascimento nem conheceu a criança pessoalmente, mas recebeu fotos e ultrassons da mãe, identificada como Jane.
++ Bomba! Astro de Hollywood, Joe Manganirllo revela ter amputado membro
Depois de ser libertado e reconciliar-se com Jane, foi informado que o bebê estava com parentes e, segundo orientações de assistentes sociais, não poderia vê-lo. John acreditava que o próximo parto ocorreria em agosto de 2024, mas o casal se separou antes e não retomou a relação.
Durante a separação, o "pai" continuou enviando dinheiro à ex. Apenas após o nascimento fictício da segunda criança, ele buscou a responsabilidade parental. Jane então pediu uma medida protetiva por abusos passados e alegou ter vendido os filhos por 500 libras (cerca de R$ 3,3 mil).
A farsa foi desmascarada quando o caso chegou ao Tribunal Superior. Na audiência, foi revelado que Jane não tinha filhos com John e havia sofrido dois abortos espontâneos. A juíza destacou que não havia provas dos nascimentos.
Foi descoberto que Jane não podia ter filhos por estar na menopausa e que gastou o dinheiro recebido em bronzeamento artificial, coincidindo com a data do suposto parto. Jane admitiu que os áudios de choro de bebê eram de vídeos do YouTube.
A juíza descreveu as situações como "bizarras e extremamente improváveis", mas acreditava que Jane sustentou a mentira por três anos para convencer John de que era pai. "O comportamento foi cruel, fazendo um homem e sua mãe acreditarem que tinham filhos e netos", afirmou a magistrada.







Leave a Reply