Lula acompanha apuração em hotel de São Paulo com líderes da campanha

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Lula deve acompanhar a apuração dos votos em um hotel na região dos Jardins, em São Paulo, ao lado de aliados e integrantes da campanha. (Foto: Instagram)

São Paulo — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve acompanhar neste domingo (25/10) a apuração dos resultados das urnas no Hotel Intercontinental, na região dos Jardins, zona oeste de São Paulo, ao lado dos principais articuladores da campanha petista.

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Entre os que estarão com Lula estão a primeira-dama, Janja; o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e sua esposa, Dona Lu; o ex-ministro Fernando Haddad; o governador eleito do Ceará, Camilo Santana; Rafael Fonteles, governador reeleito do Piauí; Sidônio Palmeira, marqueteiro da campanha presidencial; e Edinho Silva, presidente nacional do PT.

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Durante a votação pela manhã, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC, Lula também estava acompanhado dos ex-ministros Simone Tebet (PSB), Fernando Haddad e Luiz Marinho (PT), além do vice-presidente Geraldo Alckmin.

O presidente da República saiu de sua residência no Alto de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, por volta das 17h50, para cumprimentar apoiadores e tirar fotos com eles em frente à casa.

PRORROGAÇÃO DA VOTAÇÃO

A campanha do presidente Lula pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o horário de votação fosse prorrogado até às 19h em todo o país, após relatos de problemas no transporte de eleitores em diversos estados.

O petista acusou prefeitos, governadores e empresários de impedir que brasileiros chegassem às urnas.

“Não vamos aceitar banditismo, mau-caratismo, nem de prefeito, nem de governador, nem de empresário. Essas pessoas precisam aprender a respeitar a democracia nesse país”, disse. “E quem está falando é uma pessoa que já disputou muitas eleições e já respeitou muitos resultados. Mas eu não vou permitir, não vou permitir que o povo seja outra vez enganado, como foi em 2022, quando a Polícia Rodoviária Federal não permitiu que as pessoas fossem votar”.

Pouco antes, Kiko Celeguim, presidente do diretório estadual do PT de São Paulo, pediu à Justiça Eleitoral a prisão em flagrante de Celso Caldeira, secretário municipal de Mobilidade Urbana e Transporte, e de Victor Hugo Borges, presidente da SPTrans. A alegação é que a Prefeitura de São Paulo descumpre a decisão judicial que determinou a disponibilização de 100% da frota de ônibus no domingo.

PEDIDO DE PRISÃO DO PREFEITO DE SP

O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), publicou nas redes sociais que pedirá a prisão do atual prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sob a alegação de que a frota de ônibus está reduzida na capital paulista.

Tags: Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Janja, Lula, São Paulo, votação

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