
Ministério da Justiça reavalia classificação indicativa de “Record Kids: Desenhos Bíblicos”. (Foto: Instagram)
O Ministério da Justiça se reunirá na tarde desta terça-feira (3/11) para voltar a discutir a classificação indicativa do programa Record Kids: Desenhos Bíblicos. A pasta pode rever a decisão que considerou a atração inadequada para menores de 12 anos.
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A mudança teve como base critérios técnicos de proteção à infância. Entre os conteúdos debatidos estão apedrejamento, violência e discurso homofóbico nas histórias exibidas pelo programa. A portaria menciona “atos criminosos, drogas ilícitas, violência e estigma ou preconceito” e recomenda que a atração vá ao ar a partir das 20h na televisão aberta.
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É importante ressaltar que se trata de uma recomendação de horário, e não de uma proibição. A Record pode exibir o programa no horário que preferir. A classificação indicativa informa às famílias a faixa etária recomendada para o conteúdo, mas não impede a transmissão antes das 20h.
A revisão acontece após críticas à medida e uma ação popular movida na Justiça Federal pelo advogado Wilian Frata. Ele pede a suspensão da portaria e acusa o governo de censura e perseguição religiosa.
Frata também atribui a mudança a uma suposta retaliação pelo apoio de cristãos a Flávio Bolsonaro no segundo turno. Essa é a acusação do advogado. Na portaria, o ministério justifica a decisão com base no conteúdo da atração.
A reunião desta tarde discutirá justamente essa avaliação. Até o momento, não há decisão sobre uma possível mudança na classificação.
As demais notas e reportagens da coluna de hoje estão disponíveis na coluna de Matheus Leitão.
Tags: Ministério da Justiça e Segurança Pública, Record Kids, Desenhos Bíblicos, Wilian Frata, Flávio Bolsonaro







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