
Ministro Alexandre de Moraes em Brasília durante articulação das novas fases da Operação Unha e Carne (Foto: Instagram)
O STF e a Polícia Federal (PF) estão organizando novas etapas da Operação Unha e Carne, que examina a conexão de agentes públicos com milícias e facções criminosas no estado do Rio de Janeiro.
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Fontes do Judiciário informaram que os próximos alvos devem ser deputados estaduais do Rio suspeitos de participarem desses grupos criminosos.
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De acordo com os investigadores, as novas fases da operação devem impactar parlamentares de centro-direita, incluindo alguns ligados ao mesmo grupo político do senador Flávio Bolsonaro (PL). A investigação é conduzida pelo ministro do STF Alexandre de Moraes no contexto da ADPF das Favelas, que ordenou à PF investigar a relação de agentes públicos com facções.
Até agora, a PF já realizou seis fases da operação. A mais recente ocorreu na terça-feira (7/7), tendo como alvo principal o ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), que é pré-candidato ao Senado. Na semana anterior, a PF já havia realizado a quinta fase da operação, cumprindo mandados contra o empresário Fernando Trabach Gomes, proprietário de uma rede de postos de combustíveis.
Quando a Operação Unha e Carne foi iniciada, no final de 2025, o objetivo era investigar um suposto vazamento de informações sigilosas sobre operações policiais contra o Comando Vermelho (CV). O deputado estadual Rodrigo Bacellar (União), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, foi um dos primeiros alvos e está preso na Penitenciária Federal de Brasília.
Com o avanço das apurações, a investigação passou a incluir suspeitas de vínculos entre agentes públicos e integrantes não apenas de facções criminosas, mas também de milícias no Rio.







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