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Brasil encerra participação em encontro do G7 com saldo positivo

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Chanceleres do G7 e convidados estratégicos posam para foto oficial durante encontro na França (Foto: Instagram)

Especialistas consideram que o Brasil saiu com um saldo positivo do Encontro de Chanceleres do G7. O bloco concluiu, na sexta-feira (27/3), a reunião que reuniu ministros das Relações Exteriores na França. Este encontro serviu como uma etapa preparatória para a Cúpula de Líderes, que está prevista para junho.

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Sob a liderança francesa, o G7 tem focado em questões como conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia, reforma de instituições multilaterais e combate a problemas transnacionais, como tráfico de drogas e imigração.

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De acordo com especialistas consultados, a participação do chanceler Mauro Vieira foi bem-sucedida, reforçando a posição do Brasil frente aos principais desafios globais e ampliando o diálogo com os Estados Unidos.

O chanceler brasileiro teve seis agendas bilaterais e também conversou com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. As conversas, antecipadas pelo Metrópoles, abordaram temas sensíveis para a relação entre os dois países.

Embora não houvesse uma agenda oficial, Rubio e Vieira conversaram pelo menos duas vezes durante o encontro. Eles discutiram sobre comércio bilateral e combate ao crime organizado transnacional.

Os temas discutidos têm sido motivo de impasse entre Brasília e Washington nos últimos meses. O Brasil é um dos alvos das tarifas de exportação dos EUA, uma das medidas de Donald Trump em sua política tarifária.

Desde que entrou no radar norte-americano, o Brasil intensificou negociações com Washington e criou grupos de trabalho para tentar negociar o fim das tarifas. No entanto, os diálogos pouco avançaram e o Brasil continua sujeito a uma taxa de 15%.

O combate ao crime organizado também tem gerado tensão na relação bilateral. Nos últimos dias, Vieira e Rubio discutiram o interesse de Washington em classificar organizações criminosas brasileiras como terroristas, o que o Brasil rejeita.

A expectativa é que o tema volte a ser discutido em um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump nos próximos meses, para uma agenda bilateral oficial.

Os chanceleres do G7 se reuniram na França na quinta (26/3) e sexta-feira (27/3) para discutir prioridades da presidência francesa no bloco. O G7, que reúne as principais economias do mundo, contou com a participação de países como Arábia Saudita e Brasil.

O Brasil foi representado por Mauro Vieira, que buscou reforçar o posicionamento do país sobre a reforma das organizações internacionais. Vieira se reuniu com chanceleres de Alemanha, Reino Unido, França, Índia, Canadá e Coreia do Sul, além de conversar com Marco Rubio.

Mauro Vieira foi à França com o objetivo de reforçar a posição brasileira sobre a reforma das organizações internacionais, um dos temas prioritários da presidência francesa do G7.

Desde seus primeiros mandatos, a reforma de instâncias como o Conselho de Segurança da ONU é uma prioridade para Lula. Ele critica o engessamento dessas estruturas, que dificulta a resolução de conflitos e guerras.

Durante o encontro, Mauro Vieira apoiou essas críticas e reforçou o pedido de reforma dos organismos multilaterais.

“Defendemos uma reforma do Conselho de Segurança que atualize este órgão às realidades do século XXI, ampliando sua composição para incluir países da África, América Latina e Caribe”, declarou Vieira.

À margem do encontro, Vieira teve agendas bilaterais com chanceleres de seis países, visando reforçar laços e ampliar debates sobre relações brasileiras.

O encontro do G7 ocorreu em um momento de tensão mundial, devido ao aumento das hostilidades no Oriente Médio. Após ações dos EUA e Israel contra o Irã, o país retaliou e envolveu outros países da região.

Nos encontros, além dos membros do G7, a França convidou países estratégicos como Arábia Saudita e Ucrânia para as discussões.

Criar um “espaço para negociação” é uma prioridade da França na presidência do G7. Em comunicado, o país destacou a busca por meios de negociação para reduzir tensões no Oriente Médio.

Após o encontro, Marco Rubio descartou o uso de tropas terrestres no Oriente Médio e afirmou que a ação dos EUA no Irã “pode terminar em semanas”.

A Cúpula de Líderes do G7, uma das mais importantes do mundo, está prevista para junho na França. O presidente Lula deve participar do encontro após convite de Emmanuel Macron.

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