
Amanda Carvalho e o sargento Samir Carvalho em foto antes da tragédia (Foto: Instagram)
O sargento da Polícia Militar, Samir Carvalho, será julgado por júri popular após invadir uma clínica dermatológica e assassinar sua esposa, Amanda Carvalho, com três tiros e 51 facadas. O crime ocorreu em 2025, em Santos, litoral de São Paulo.
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A delegada da Polícia Civil, Deborah Lázaro, confirmou ao Metrópoles que o julgamento do acusado ainda não tem data marcada. Samir também atirou na filha do casal, de 10 anos, que foi atingida por dois disparos ao tentar proteger a mãe.
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O sargento, pertencente à 4ª Companhia do 6° Batalhão da PM, atualmente está detido no Presídio Militar Romão Gomes, localizado na zona norte de São Paulo. Amanda chegou à clínica com a filha, aparentando calma, antes de relatar ameaças do marido à recepcionista.
No momento em que Amanda buscou ajuda, o dermatologista trancou o consultório e bloqueou a porta. Samir, no entanto, conseguiu entrar e efetuou os disparos. Amanda faleceu no local, apresentando também ferimentos de faca.
A Polícia Militar foi acionada pela recepcionista, mas os agentes, ao verificarem Samir desarmado, pediram para abrir a porta do consultório. Após a abertura, Samir pegou uma arma e disparou. Ele foi preso em flagrante, e os policiais envolvidos estão sob investigação.
Amanda Fernandes Carvalho, de 42 anos, era mãe de três filhos e sócia de uma empresa de logística em Santos. Ela também era apaixonada por vôlei e havia fundado um time misto na empresa onde trabalhava. Momentos antes de sua morte, Amanda alertou sobre as ameaças do marido.


