Lance seu negócio online com inteligência artificial e comece a ganhar dinheiro hoje mesmo com o iCHAIT.COM

Analista da ONU Huíla Borges já foi indiciada por difamação e agressão

Date:


Huíla Borges Klanovichs durante evento da Unodc sobre igualdade de gênero (Foto: Instagram)

A analista de recursos humanos afastada do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), Huíla Borges Klanovichs, de 35 anos, teve que pagar R$ 3 mil a um ex-colega policial civil após ser indiciada por difamação. Ela criou perfis falsos do homem no Facebook para denunciar uma suposta traição contra a esposa dele.

++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático

Huíla e o policial, alvo da difamação, se conheceram entre 2016 e 2017, durante um curso preparatório para a carreira diplomática, onde desenvolveram uma amizade.

++ Jovem mata o padrasto para defender a mãe e o inesperado acontece

O policial civil registrou um boletim de ocorrência por se sentir assediado e ofendido após perceber que três perfis falsos com seu nome estavam adicionando amigos em comum. Em maio de 2017, a esposa do ex-colega de Huíla recebeu mensagens alegando que ele a traía com uma ex-amiga de Huíla, o que levou ao registro da ocorrência.

Após um ano e meio, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) avançou nas investigações e descobriu que os perfis foram criados e acessados da casa de Huíla, no Jardim Botânico (DF). A Delegacia Especializada em Crimes Cibernéticos localizou o endereço eletrônico com a ajuda de dados fornecidos pela Claro, Google e Facebook.

Huíla, ao ser investigada, alegou que uma amiga em comum, que teria tido relação com o ex-colega, usou o Wi-Fi de sua casa entre 2014 e 2017, sugerindo que a amiga poderia ter criado os perfis. No entanto, a amiga afirmou que frequentou a antiga casa de Huíla até 2016, quando ela ainda residia na Asa Sul (DF), e que enviou mensagens ao colega apenas pelo próprio perfil no Facebook.

Huíla afirmou que o ex-colega, mesmo comprometido, teria demonstrado interesse nela através de elogios subliminares, algo negado pela vítima. A analista não foi julgada, pois entrou em acordo com o policial, pagando R$ 3 mil em três parcelas de R$ 1 mil, e o caso foi encerrado na Justiça em março de 2021.

TAPA NA CARA EM DRIVE-THRU
Huíla tornou-se notícia após ser flagrada por câmeras de segurança agredindo uma funcionária de uma rede de lanchonetes. A agressão teria ocorrido devido a um erro no sanduíche que ela comprou, que veio com cebola, apesar de seu pedido específico para que não houvesse o vegetal.

Conforme informações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Huíla solicitou outro hambúrguer sem cebola, alegando alergia ao alimento, com histórico de reações graves. Após a troca, ela exigiu um pedido de desculpas da funcionária, que recusou, levando à agressão.

A vítima se afastou do balcão enquanto outro funcionário conversava com Huíla. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada, chegando ao local por volta da 1h. A agressora negou a agressão, mas as imagens de segurança confirmaram a versão da vítima. Ambas foram levadas à 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), onde a funcionária registrou queixa por lesão corporal.

Huíla foi liberada após prestar esclarecimentos à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

O McDonald's informou que tomou as providências necessárias, acionou as autoridades e oferece apoio à funcionária. "A empresa repudia qualquer forma de violência e reforça seu compromisso com a promoção de um ambiente seguro e respeitoso para todos", declarou o McDonald's.

O Metrópoles tentou contato com Huíla, mas não obteve resposta até a última atualização deste texto.

Share post:

Assine

Popular

Notícias Relacionadas
Related

Ativista Fabíola Lemos denuncia “cura gay” em clínicas no Piauí

Ativista denuncia ‘cura gay’ em...

Cenipa revela 781 ocorrências aéreas em MG nos últimos 10 anos

Movimentação no Aeroporto Internacional de...
Translate »