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PT e Lula buscam alternativas em MG após saída de Rodrigo Pacheco

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Senador declara aposentadoria da vida pública (Foto: Instagram)

Belo Horizonte – A incerteza chegou ao fim. Após meses de especulação sobre a possível candidatura de Rodrigo Pacheco (PSB-MG) ao governo de Minas Gerais, o senador anunciou nesta sexta-feira (29/5) que deixará a vida pública ao término de seu mandato. Ele não pretende concorrer a novas eleições nem buscará vaga em tribunais superiores.

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A demora na decisão ocorreu mesmo após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentar convencê-lo a continuar na política, já que via Pacheco como o candidato ideal para o pleito. No entanto, o senador afirmou que sua decisão já estava tomada há muito tempo.

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Com a decisão de Pacheco, o PT pode agora procurar uma solução mais tranquila para a disputa eleitoral em Minas Gerais. A cada dia aumentam os interessados em contar com o apoio do partido, mas os nomes cogitados inicialmente não têm a projeção desejada pelos petistas.

Pacheco mencionou, em entrevista, os nomes de seus colegas Josué Gomes e Jarbas Soares Júnior como possíveis substitutos. Josué, ex-presidente da Fiesp e empresário, tem apoio de uma ala do PT mineiro e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Jarbas Soares seria um aceno ao judiciário.

Nos bastidores, os nomes mais cotados são o do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), que pode receber apoio da federação Psol-Rede, e o do ex-presidente da Câmara de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB), elogiado pela pré-candidata ao Senado, Marília Campos.

Azevedo tem conversado com lideranças de vários partidos, incluindo a presidente do PT Minas, Leninha, e a própria Marília Campos. O deputado federal André Janones (Rede) também se mostrou disponível para ser apoiado por Lula, segundo Paulo Lamac, presidente nacional da sigla.

Uma solução interna não é descartada. O deputado federal Reginaldo Lopes defende essa opção, considerando nomes como ele próprio, Rogério Correia ou Marília, que já recusou a possibilidade.

Apesar de um potencial candidato mais provável, a direita ainda não definiu seu representante para o Palácio Tiradentes. Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera as pesquisas, mas pediu até o final de junho para decidir se concorrerá. Caso Cleitinho não entre na disputa, o Republicanos prefere Luiz Eduardo Falcão, ex-prefeito de Patos de Minas.

O Partido Liberal (PL), aliado de Cleitinho, também considera alternativas como o ex-prefeito de Betim, Vittorio Mediolli, e Flávio Roscoe, presidente da Fiemg.

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