
Famílias brasileiras conferem dados de endividamento em relatório do Banco Central (Foto: Instagram)
O endividamento das famílias brasileiras manteve-se estável, de acordo com o mais recente relatório "Estatísticas monetárias e de crédito" do Banco Central, divulgado nesta quarta-feira (1º/7). Em abril, o índice permaneceu inalterado em relação a março, atingindo 49,8%. No entanto, em um período de 12 meses, houve um aumento de 0,9 ponto percentual.
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Os dados do Banco Central também indicam que a proporção de famílias com a renda comprometida se manteve estável de março para abril, mas subiu 1,1 ponto percentual em 12 meses, chegando a 28,2%.
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O relatório do BC também mostra que, em abril, a inadimplência na carteira de crédito total do Sistema Financeiro Nacional (SFN) foi de 4,3%, representando uma redução de 0,1 p.p. no mês, mas um aumento de 1,0 p.p. em 12 meses.
Os dados do relatório do BC revelam ainda que, em maio, a inadimplência referente à carteira de crédito total do Sistema Financeiro Nacional (SFN) ficou em 4,7%. O resultado representa um aumento de 0,1 p.p. no mês e elevação de 1,0 p.p. em 12 meses.
O aumento de 0,1 p.p. na inadimplência no índice geral no mês foi resultado de elevações iguais nas empresas e nas famílias. Os respectivos índices foram de:
- pessoas jurídicas: 3,2%;
- pessoas físicas: 5,6%.
Em relação ao crédito com recursos livres, que são negociações de empréstimos e financiamentos cujas taxas são tratadas diretamente entre bancos e clientes, a taxa de inadimplência teve alta de 0,1 ponto percentual e chegou a 6,2%.
Em maio houve expansão de R$ 21,5 trilhões (164,2% do PIB) no crédito ampliado ao setor não financeiro. Conforme a autoridade monetária, o resultado foi reflexo, principalmente, de “aumentos de 2,9% nos títulos públicos e de 2,5% nos empréstimos externos”.
Em atualização.







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