Zema critica operação da PF contra Bolsonaro e sugere foco na esposa de Moraes

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Romeu Zema critica operação da PF e sugere novo alvo (Foto: Instagram)

O pré-candidato à Presidência e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou nesta quarta-feira (8/7) que a operação da Polícia Federal (PF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deveria ter como alvo Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Zema qualificou a ação da PF como "suspeita".

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“Acredito que é uma operação extremamente suspeita. Penso que um juiz que se desentende com alguém tem uma suspeição para julgar. Na minha opinião, ele deveria ter aprovado uma invasão na casa da advogada que firmou um contrato de R$ 129 milhões. Será que ele aprovou essa operação? Esta operação está causando vergonha ao Brasil”, declarou aos jornalistas após participar de um encontro na Frente Parlamentar do Ambiente de Negócios.

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O contrato mencionado pelo ex-governador de Minas se refere a um acordo de Viviane Barci com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. O banqueiro está preso desde março no âmbito de uma investigação de fraude no sistema financeiro.

Zema afirmou que há “ministros do STF” mais interessados em enriquecer do que em defender os interesses dos brasileiros.

“O STF tem pessoas que, ao invés de se preocuparem com os interesses do Brasil, estão interessados em se tornarem milionários. Será que ele vai aprovar [operação contra Viviane Barci]? Essa o brasileiro vai aplaudir”, argumentou o pré-candidato.

BUSCA E APREENSÃO CONTRA BOLSONARO
A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira, uma nova operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, por ordem de Moraes.

O mandado assinado pelo ministro visava buscar armas, munições, acessórios e documentos de registros de armamentos. A operação durou cerca de 1 hora e não encontrou armas, conforme relatório da própria PF.

A ação ocorre após o ministro do STF manter a prisão domiciliar de Bolsonaro, mas determinar que todas as armas registradas em seu nome fossem entregues à PF.

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