
Ministro Kassio Nunes Marques em sessão no TSE (Foto: Instagram)
Integrantes da campanha de reeleição do presidente Lula estão fazendo, de forma reservada, uma análise menos "dramática" sobre a presidência do ministro Kassio Nunes Marques e a vice-presidência de André Mendonça no TSE.
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A percepção de interlocutores de Lula é que Nunes e Mendonça manterão uma postura equilibrada durante as eleições de 2026, mesmo tendo sido indicados ao Supremo Tribunal Federal pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
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No início do ano, a posse de Nunes Marques e Mendonça no comando do TSE gerou receio em alguns setores do PT sobre a condução dos trabalhos em ano eleitoral, devido à proximidade com Bolsonaro.
A avaliação dos integrantes da campanha é que o TSE está sob forte escrutínio e não deseja repetir a atuação do ministro Alexandre de Moraes nas eleições de 2022.
Na visão dos aliados de Lula, a gestão de Nunes Marques buscará evitar que o Tribunal Eleitoral seja percebido como favorecendo qualquer candidato nas ações analisadas pela Corte.
Embora o TSE seja liderado por dois ministros indicados por Bolsonaro, os outros cinco membros da Corte foram nomeados pelos presidentes Lula e Dilma Rousseff.
NUNES SERÁ RELATOR
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, foi sorteado para relatar a representação apresentada pela Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) contra o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e o partido.
Conforme noticiado, a federação acionou a Justiça Eleitoral após a exibição, durante a convenção nacional do PL, de um vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro produzido com inteligência artificial.






