
Renan Santos durante entrevista à imprensa (Foto: Instagram)
A defesa do partido Missão declarou que a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de adiar o julgamento do registro de candidatura de Renan Santos à Presidência é "nula" devido a "indícios de ilicitudes". O partido negou qualquer irregularidade no pedido de registro e pediu que Toffoli reconsidere a decisão, levando a questão ao plenário da Corte.
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De acordo com o partido, "não cabe ao relator (Dias Toffoli) identificar de ofício supostas irregularidades na propaganda eleitoral no contexto de registro de candidatura".
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A legenda ainda solicita que, caso a Justiça identifique irregularidades, estas sejam detalhadas, "para que os acusados possam se defender", pedindo a possibilidade de sustentação oral da defesa.
Toffoli, presidente do TSE, adiou o julgamento e afirmou que há indícios de irregularidades no processo de indicação de redes sociais de Renan e de seu vice na chapa, Aroldo Medina, à Justiça. O julgamento do registro de Renan estava agendado para esta segunda-feira (31/8) no plenário do TSE, mas foi adiado.
O ministro afirma que os candidatos informaram à Justiça eleitoral, em 19 de agosto, 18 perfis em redes sociais como complemento às informações do registro de candidatura, apresentado inicialmente em 7 de agosto.
Conforme as regras do TSE, perfis de redes sociais devem ser declarados à Justiça no momento do pedido de registro da candidatura.
O partido fundado por Renan alega que a decisão de Toffoli foi inesperada, pois "todas as redes sociais do partido e dos candidatos que serão usadas para a realização de propaganda eleitoral foram informadas". "Algumas dessas redes foram informadas posteriormente porque a decisão de usá-las para propaganda eleitoral foi tomada depois, sem que isso indique qualquer irregularidade", escreveu a defesa.







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