
Ex-funcionárias de Julio Iglesias voltam à Justiça por agressão sexual e trabalho forçado (Foto: Instagram)
Duas ex-funcionárias de Julio Iglesias voltaram a entrar na Justiça espanhola contra o cantor, acusando-o de agressão sexual, assédio e condições de trabalho forçado. A nova ação foi registrada na quinta-feira (3/9), conforme divulgado nesta sexta-feira (4) pela ONG Women’s Link Worldwide, que representa as mulheres.
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As denunciantes já haviam procurado a Justiça em janeiro, mas na ocasião, o caso foi arquivado pelas autoridades espanholas sob o argumento de falta de competência territorial, já que os fatos teriam ocorrido nas propriedades do artista nas Bahamas e na República Dominicana.
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De acordo com a organização, os incidentes teriam ocorrido em 2021, enquanto as duas trabalhavam para Iglesias. Elas alegam ter enfrentado "situações contínuas de assédio e agressões sexuais", além de "condições de trabalho forçado e degradantes".
A defesa de Julio Iglesias afirmou que as acusações são "absolutamente falsas". O cantor, de 82 anos, também negou "ter abusado, coagido ou desrespeitado qualquer mulher".
Na nova ação, a Women’s Link Worldwide argumenta que os tribunais espanhóis podem julgar o caso com base na legislação do país, que permite a investigação e julgamento de crimes cometidos no exterior quando há vínculos significativos com a Espanha.
"O Estado espanhol tem a obrigação de garantir acesso à Justiça em condições de igualdade, independentemente de quem seja o acusado", declarou Jovana Ríos Cisnero, diretora-executiva da organização.







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