
Tarcísio de Freitas critica decisões divergentes do STF e alerta para “insegurança jurídica” (Foto: Instagram)
O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), declarou nesta quarta-feira (9/8) que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, de reintegrar Andrei Rodrigues à diretoria-geral da Polícia Federal (PF) provoca "insegurança jurídica".
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"Ontem, houve a decisão de um ministro que foi apoiada por outros três ministros. Hoje, temos uma decisão individual de outro ministro na direção contrária. Isso transmite à sociedade uma sensação de insegurança jurídica", afirmou Tarcísio durante um evento no Grajaú, zona sul da capital paulista.
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Tarcísio também comentou que os ministros estão "batendo cabeça" e que essa situação tem afetado a corrida eleitoral, transformando-a, segundo ele, em um "plebiscito" sobre o assunto.
Apesar de críticas de juristas à decisão do ministro do STF André Mendonça de afastar Andrei, Tarcísio tem defendido o ministro indicado por Jair Bolsonaro (PL). Na terça-feira, ele declarou que Mendonça representava uma "esperança" para o país.
ENTENDA A CRISE NO STF E OS AFASTAMENTOS NA PF
A Polícia Federal identificou trocas de mensagens e supostos encontros entre Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Andrei Rodrigues e Paulo Gonet também foram mencionados nas mensagens do banqueiro. O ministro André Mendonça retirou o sigilo de um relatório da PF. Com a crise no Supremo, a PGR defendeu a nulidade das ações de Mendonça. Moraes solicitou a abertura de investigação contra Mendonça no Inquérito das Fake News. Mendonça afirmou que estava sendo monitorado ilegalmente pela Polícia Federal. Na terça-feira (8/9), ele ordenou o afastamento do diretor-geral da PF. No dia seguinte, Dino mandou reintegrar os delegados à liderança da Polícia Federal.







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