
Urna eletrônica ao fundo do mapa de Minas Gerais simboliza a disputa apertada pelo Senado no estado. (Foto: Instagram)
As pesquisas que avaliam a intenção de voto para o Senado em Minas Gerais indicam uma divisão entre os candidatos de direita. Os estudos realizados pela Quaest, divulgados em 8 de setembro, e pelo Datafolha, em 11 de setembro, mostram um empate técnico entre os principais nomes da direita no estado.
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No total, Minas Gerais conta com 16 candidatos ao Senado, dos quais sete se destacam, sendo cinco associados a partidos de direita. Nas pesquisas estimuladas, que consideram os dois votos que o eleitor pode dar, a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), lidera com 13% na Quaest e 12% no Datafolha.
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O que torna a disputa pelo Senado única é que cada estado e o DF elegerão dois senadores em 2026, e cada eleitor deverá escolher candidatos diferentes. Os dois mais votados assumem as vagas, independentemente do percentual obtido. Como os entrevistados podem indicar dois nomes, a soma dos percentuais nas pesquisas pode ultrapassar 100%. Além disso, o segundo voto do eleitor pode ser dado a um candidato de um campo político diferente.
Aécio Neves (PSDB) aparece em segundo lugar nas pesquisas, com 10% das intenções de voto. Ele é seguido por Carlos Viana (PSD), com 8% e 10%, Domingos Sávio (PL), com 6% e 8%, e Marcelo Aro (PP), com 4% e 6%.
As pesquisas indicam uma margem de erro de três pontos percentuais, o que resulta em um empate técnico entre Aécio, Carlos Viana, Domingos Sávio e Aro. Além deles, Marco Antônio, conhecido como Superman (Novo), aparece com 1% e 2%, mas recentemente recebeu apoio de Nikolas Ferreira (PL-MG) e Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG).
Entre os candidatos de esquerda, além da liderança de Marília Campos, a ex-deputada Áurea Carolina (PSol-MG) é a mais bem posicionada, com 2% na Quaest e 3% no Datafolha. A professora Victória Mello Vic (PSTU) completa o grupo dos progressistas com 1% e 2%.
O anúncio tardio de Aécio Neves, realizado em 28 de agosto, de que concorreria ao Senado, complicou ainda mais a disputa entre os candidatos de direita, com Aécio já aparecendo em segundo lugar nas pesquisas.







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