
Expedição norueguesa registra restos de baleia no fundo do Oceano Ártico (Foto: Instagram)
Uma expedição norueguesa no Oceano Ártico encontrou restos mortais de uma baleia, referidos pelos cientistas como um túmulo aquático. Esta descoberta é rara e representa a "queda da baleia", um fenômeno biológico que ocorre quando a carcaça do animal chega ao fundo do mar.
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O túmulo aquático foi localizado por acaso em maio deste ano. Utilizando um veículo operado remotamente (ROV), a equipe de pesquisa explorava o fundo do Oceano Ártico para obter mais informações sobre o ambiente profundo. Em um dos locais, os pesquisadores avistaram uma concentração de vermes tubulares.
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Ao se aproximarem, os cientistas perceberam que os invertebrados estavam em torno de dentes e ossos. Análises laboratoriais confirmaram que os restos pertenciam a uma baleia, embora a espécie não tenha sido identificada.
A QUEDA DA BALEIA
Quando uma baleia morre, cerca de 24 a 36 horas depois, o animal começa a se decompor e a carcaça flutua até a superfície devido ao acúmulo de gás durante o processo. Neste momento, outros animais aproveitam a carcaça para consumir a carne.
Especialistas afirmam que os restos do animal podem servir de alimento para outras espécies por décadas. Após os maiores animais consumirem a carne, espécies menores e micro-organismos também se beneficiam dos resíduos. Por fim, a carcaça afunda, servindo de abrigo e alimento para criaturas que habitam as profundezas oceânicas, como caranguejos, polvos, vermes e bactérias.







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