
Avanço democrata nas eleições de meio de mandato pode limitar a agenda de Trump e reduzir o apoio político de Washington ao grupo Bolsonaro. (Foto: Instagram)
As eleições de meio de mandato (midterms) servem como termômetro da Casa Branca e renovam todo o Legislativo. Com popularidade em torno de 30% e desgastado pela inflação das tarifas, Donald Trump viu avançar a “onda azul”, com o Partido Democrata retomando distritos históricos.
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A perda da maioria deixa o governo na condição de pato manco — um governante de mãos atadas diante da oposição. Após o revés, Trump afirmou que aceitará o resultado e trabalhará com os democratas, mas publicou nas redes a foto de um boné com a palavra “veto”, sinalizando que bloqueará pautas do Congresso para forçar acordos nos termos dele.
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Nesse cenário, o principal apoio externo do clã Bolsonaro é retirado, expondo o erro de cálculo de Flávio, derrotado democraticamente por Lula, ao procurar respaldo político no exterior, que agora se desfaz. Sem a proteção de Washington, a aventura da fuga perde força e aumenta a fragilidade de um grupo desmoralizado pela derrota nas urnas.
Tags: Donald Trump, Partido Democrata, Casa Branca, eleições de meio de mandato







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