
Mendonça revisa prisões preventivas em ações Master e INSS (Foto: Instagram)
Advogados de alguns presos preventivos nos casos Master e INSS estão confiantes, nos bastidores, de que o ministro do STF, André Mendonça, poderá liberar alguns deles depois que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar as denúncias.
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As defesas acreditam que, com o término da fase investigativa e o início da ação penal, Mendonça reconsidere a necessidade de manter certas prisões preventivas, optando por medidas cautelares menos severas.
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No entanto, interlocutores do ministro descartam uma relação direta entre a apresentação das denúncias pela PGR e possíveis decisões de soltura. Mendonça é o relator dos dois casos no Supremo.
Conforme aliados, o ministro já está revisando algumas medidas cautelares tanto no Caso Master quanto na Farra do INSS, mesmo antes das denúncias da PGR, sempre baseando-se na situação específica de cada investigado.
“O ministro prende e solta quando estão preenchidos os requisitos do artigo 312 do Código de Processo Penal”, afirmou à coluna um interlocutor de Mendonça.
Em abril, por exemplo, Mendonça determinou a prisão domiciliar do advogado Eric Fidelis, filho do ex-diretor de Benefícios do INSS André Fidelis. Ambos buscam acordos de delação premiada.
Já em junho, o ministro do STF ordenou a retirada da tornozeleira eletrônica de Raimundo Neto e Silva Nogueira Lima, irmão do senador Ciro Nogueira (PP-PI). Ambos foram alvos de operação no Caso Master.
Os aliados do ministro do Supremo destacam que qualquer decisão para revogar prisões preventivas deverá ser precedida de consulta à Procuradoria-Geral da República.







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