
Messi e Yamal: veterania contra juventude na grande decisão (Foto: Instagram)
Argentina e Espanha se encontram no principal palco do futebol mundial neste domingo (19/7). A Furia e a Albiceleste disputam o título da Copa do Mundo às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
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Os espanhóis começaram o Mundial de forma discreta, mas cresceram ao longo do torneio. Já os argentinos tiveram uma campanha com altos e baixos, chegando à final com ânimos exaltados. Veja como foi a trajetória dos finalistas até a decisão da Copa:
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A Argentina iniciou sua caminhada na Copa no grupo J, junto com Áustria, Argélia e Jordânia. A Albiceleste venceu todos os três jogos, marcou oito gols e sofreu apenas um. A campanha foi marcada pelo brilhantismo de Lionel Messi, que chegou a liderar a artilharia histórica de todos os Mundiais, e por partidas épicas.
Contra a Argélia, os argentinos venceram por 3 x 0, com um hat-trick de Lionel Messi. O segundo confronto foi contra a Áustria, com vitória por 2 x 0 e mais dois gols do craque argentino. No último jogo, contra a Jordânia, o placar foi 3 x 1. Os gols foram de Messi, Lautaro Martínez e Giovani Lo Celso. Mousa Tamari marcou o único gol contra a defesa argentina.
O mata-mata foi mais disputado, com altos e baixos. Nas oitavas, enfrentaram a seleção de Cabo Verde. A partida foi decidida na prorrogação, após empate em 1 x 1 no tempo normal, com gol de Messi. No tempo extra, Lisandro Martínez marcou, mas os Tubarões Azuis empataram com um golaço de Sidny Lopes Cabral. Aos 111 minutos, a bola desviou em Diney Borges e entrou, classificando os argentinos.
Depois, a Argentina enfrentou o Egito em mais um duelo difícil. Os egípcios saíram na frente e Messi perdeu um pênalti ainda no primeiro tempo. O Egito teve um gol anulado, mas marcou mais um, abrindo 2 x 0. No entanto, a Argentina virou com gols de Cristian Romero, Messi e Enzo Fernández.
A partida seguinte foi contra a Suíça, também definida na prorrogação. Mac Allister abriu o placar, mas Ndoye empatou para os suíços. Com 72 minutos, Embolo foi expulso e os europeus ficaram com um a menos. Na prorrogação, a Argentina fez mais dois gols e venceu por 3 x 1. Julián Álvarez e Lautaro Martínez marcaram.
Na última partida antes da final, a Argentina venceu a Inglaterra de virada, em um jogo cheio de rivalidade. Enzo Fernández e Lautaro Martínez marcaram no final da semi, viraram o jogo e garantiram a classificação dos argentinos com um triunfo por 2 x 1.
Lionel Messi é o grande destaque argentino, com oito gols e quatro assistências. Lautaro Martínez, com três gols e uma assistência, é o vice-líder nas estatísticas da Argentina. A Albiceleste busca o tetracampeonato e a segunda Copa de Messi antes de sua aposentadoria.
A Espanha competiu no grupo H, junto com Cabo Verde, Uruguai e Arábia Saudita. A Furia venceu dois jogos e empatou um, marcou cinco gols e não sofreu nenhum, destacando-se pela defesa sólida.
O primeiro jogo foi um empate em 0 x 0 contra Cabo Verde, surpreendendo a todos. A Espanha teve 74% de posse de bola e 27 finalizações, mas não conseguiu marcar.
Na segunda partida, os espanhóis venceram a Arábia Saudita por 4 x 0. Mikel Oyarzabal marcou duas vezes, Lamine Yamal e Hassan Tambakti (contra) completaram os gols. O último jogo foi contra o Uruguai, vencido por 1 x 0, com gol decisivo de Álex Baena.
Nas oitavas, enfrentaram a Áustria. Com dois gols de Oyarzabal e um de Pedro Porro, a Espanha avançou sem dificuldades.
Nas quartas de final, enfrentaram Portugal. O herói foi Mikel Merino, que saiu do banco para marcar o único gol do jogo nos acréscimos, classificando a Espanha.
O confronto seguinte foi contra a Bélgica. Fabián Ruiz abriu o placar para a Espanha, e Charles de Ketelaere empatou para a Bélgica, marcando o único gol sofrido pela Furia na Copa. No final, Mikel Merino brilhou novamente, aproveitando um rebote e virando o jogo nos minutos finais.
A semifinal foi contra a França, com seu ataque poderoso. No entanto, a Espanha não sofreu. Defendeu-se bem e foi eficiente no ataque, vencendo por 2 x 0, com gols de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro. Com uma atuação de almanaque, os espanhóis chegaram à final.
O destaque da Espanha é sua defesa sólida e domínio da posse de bola. Mikel Oyarzabal, o artilheiro silencioso, marcou cinco gols e deu uma assistência. Com dois laterais excelentes, um destaque improvável e um jovem prodígio, a Espanha busca o bicampeonato.






