
Apoiadores de Lula relataram uso de spray de pimenta durante comemoração na Avenida Paulista, em São Paulo. (Foto: Instagram)
São Paulo — Apoiadores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reclamaram do uso de spray de pimenta durante uma comemoração na Avenida Paulista, neste domingo (25/10).
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Foram registradas pelo menos sete reclamações perto da saída da estação Consolação, da Linha 2-Verde, do Metrô de São Paulo. Veja o vídeo abaixo.
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A Polícia Militar (PM) e o Metrô foram procurados para esclarecer em que circunstâncias o spray de pimenta foi utilizado.
Com pouco mais de 50% das urnas apuradas, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassou Flávio Bolsonaro (PL) na contagem dos votos, provocando reação em bairros de São Paulo. A movimentação também foi vista na Av. Paulista, onde apoiadores do petista já se concentravam.
Na Avenida Paulista, no centro da capital, apoiadores de Lula também comemoraram em bares a virada na apuração. Fogos de artifício foram lançados no céu da avenida. A Paulista foi palco do último ato de campanha à reeleição do presidente, neste sábado (24/10), e recebeu uma multidão. Também houve registro de fogos de artifício na zona leste da cidade de São Paulo.
Por volta das 22h40, a região do Museu de Arte de São Paulo (MASP) já estava lotada.
PETISTAS NA AVENIDA PAULISTA
Agentes da tropa de choque e da cavalaria da Polícia Militar (PM) foram enviados à Avenida Paulista, onde eleitores se reuniram durante e depois da divulgação do resultado da disputa presidencial entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
ATO NA VÉSPERA DO SEGUNDO TURNO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou com a imprensa nesse sábado (24/10), antes de começar seu último ato de campanha à reeleição antes do segundo turno das eleições, na Avenida Paulista, em São Paulo. O petista disse que “é o povo que está organizando” os movimentos nas ruas, ao elogiar a mobilização de seus apoiadores pelo país.
“Há muitos anos, mesmo os mais velhos que fazem campanha política, não tinham visto uma movimentação da sociedade como nós temos visto neste segundo turno. Sem discussão e não tem partido organizando, é o povo que está organizando“, disse Lula.
O então presidente reeleito afirmou que a “própria população que assumiu a responsabilidade”: “Neste segundo turno, a sociedade brasileira resolveu assumir a responsabilidade de dizer que a eleição não é uma coisa de partido político, de que a eleição é uma coisa de pessoas que se preocupam com o país”.
Além de Lula, participaram do ato o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o ex-ministro da Fazenda e candidato derrotado ao governo paulista Fernando Haddad (PT), as candidatas derrotadas ao Senado pela chapa de Lula, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) e a ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB), além do ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB), do deputado federal eleito Guilherme Cortez (PSol), de outros políticos e de artistas.
A organização do evento afirmou que 14 quarteirões foram ocupados. As autoridades públicas não divulgaram uma estimativa de público. Apoiadores de Lula alternaram entre roupas vermelhas e camisetas do Brasil.
Entre os apoiadores, alguns levaram cartazes com a frase “Soldado do Lula”, em referência ao canal de WhatsApp Exército do Lula, comandado pelo deputado federal por Minas Gerais André Janones (Rede), e outros com a inscrição “Por Marielle”, em referência à parlamentar assassinada.
Tags: Avenida Paulista, Lula, Polícia Militar, São Paulo







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