
Renata Vieira admite erro após confusão com entregador de móveis (Foto: Instagram)
Belo Horizonte – A pastora e pré-candidata a deputada estadual pelo PL, Renata Vieira, reconheceu ter cometido um erro ao reagir durante um conflito com um entregador de móveis, situação que foi capturada em vídeos amplamente compartilhados nas redes sociais. No último sábado (18/7), ela reconheceu que não deveria ter agredido o homem com tapas, mas insistiu que foi vítima de agressões.
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“Eu sei que errei porque poderia ter evitado revidar o ‘bicudo’ que ele me deu com um tapa. Poderia não ter segurado ele pela camisa e não ter entrado em confronto físico com ele. Fiz tudo errado”, declarou.
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Apesar de admitir o erro, Renata afirma que os vídeos divulgados mostram apenas uma parte do incidente e que está em busca de outras gravações que supostamente mostram ela sendo agredida pelo entregador.
A pastora também revelou que sofre de transtorno de estresse pós-traumático devido a episódios de violência doméstica vividos anteriormente e que a confusão a fez reviver esse trauma.
“Quando ele me agrediu lá dentro, tudo voltou à minha mente e fiquei cega de raiva. Por isso errei”, completou.
Renata reiterou que o entregador a reconheceu como pré-candidata do PL e teria feito ofensas políticas antes das agressões. Segundo ela, sua defesa está tentando obter imagens das câmeras internas do prédio para comprovar sua versão.
Renata também relatou que, após a repercussão do caso, começou a receber ameaças de morte, estupro e invasão de sua casa.
ENTENDA O CASO
O conflito ocorreu na quinta-feira (16/7), no bairro Cabral, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Vídeos feitos por testemunhas mostram Renata desferindo dois tapas no rosto do entregador, jogando uma pedra contra ele e entrando em luta corporal.
Nas primeiras declarações públicas, a pré-candidata afirmou que o homem teria iniciado a confusão ao descobrir sua ligação com o Partido Liberal (PL) e se recusar a concluir a entrega dos móveis.
Já pessoas próximas ao entregador alegam que a discussão começou porque ele estava sozinho para descarregar um sofá grande e informou que buscaria ajuda de outro funcionário, o que não foi aceito pela cliente.
Até agora, a motivação política alegada por Renata não foi confirmada pelas autoridades. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que apura as circunstâncias do incidente e a responsabilidade de cada envolvido.







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